Coluna literária no "E aí, já leu?" [Leituras de Férias #2]

Oiê! (Mania de falar "oiê").

Tenho uma novidade muito legal para contar, e já que vocês já leram o título do post não tem porquê fazer suspense: agora sou também colunista no blog E aí, já leu?, ex Sweet Corner, da Raquel. Como já era de se esperar, é uma coluna literária mensal onde falo sobre minhas leituras mais recentes. Esse é um motivo de muita felicidade para mim porque ultimamente tenho achado super interessante ler colunas em sites, porque... sei lá, é diferente de escrever no seu próprio espaço.
Ok, então o primeiro tema foram minhas leituras dessas férias... peço que, se gostarem, comentem, sigam, curtam, etc., o E aí, já leu? e o Minhas Leituras! Espero que gostem dessa parceria!

Link direto aqui.
Links das resenhas nos títulos dos livros.

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A autora que dominou minhas leituras de férias foi Jane Austen, clássica escritora inglesa conhecida principalmente por sua obra "Orgulho e Preconceito". Durante o ano eu já o havia lido, assim como "Emma", considerada uma de suas obras mais importantes, e segui nas férias com a leitura de "Razão e Sensibilidade", "Persuasão" e "Mansfield Park". Todos são romances ambientados na sociedade do fim século XVIII ou início do XIX, repletos da ironia, perspicácia, crítica e perfeitas descrições psicológicas das personagens e da natureza humana, típicas de Austen, que constrói enredos envolventes com sua escrita leve e elegante. Até agora, "Razão e Sensibilidade" e "Mansfield Park" têm minha preferência, embora eu tenha amado todos os livros.







Outro clássico inglês que li nas férias foi "Um Estudo em Vermelho", primeiro livro da série do mais famoso detetive da literatura: Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle. Eu já conhecia Holmes de suas outras aventuras, mas voltei a me impressionar com a inteligência, bom humor e criatividade do personagem, assim como a escrita cativante de Conan Doyle é incrível.
Mudando para o gênero distopia, a tal foi o primeiro livro da série "O Doador: O Doador de Memórias", adaptado para o cinema ano passado. A história é muito interessante por ser narrada em uma sociedade planejada para ser perfeita, onde porém não há sentimentos como o amor, cores, dor ou livros (!). A única pessoa que possui as lembranças de tais coisas é o Doador de Memórias, e posteriormente o garoto que ocupará seu lugar: Jonas, o personagem principal. A leitura também é muito rápida e simples.
Migrando para a literatura espanhola, descobri "A Ilha de Bowen", de César Mallorquí, uma aventura entremeada de mistério e ficção científica no estilo "Júlio Verne", bem-humorada principalmente pela presença do professor Ulisses Zarco, na minha opinião o melhor do livro.




E finalmente, voltando para as terras do nosso Brasil, não poderia faltar um pouco de literatura nacional. "O Mundo de Rebeca", de "César Moisés Carvalho" é um livro cristão que ganhei de Natal e, apesar de não ser um dos melhores que já li do gênero, aborda questões importantes da vida do adolescente cristão ou não, e dá as respostas que todos procuram. Apesar de a narração não ser perfeita, gostei muito!
Para finalizar, estou terminando o "Contos Tradicionais do Brasil", do importante escritor nacional "Luís da Câmara Cascudo", que foi um grande estudioso da cultura local. Nessa coleção de contos ele reuniu histórias da tradição oral brasileira, daquelas que a gente ouve quando criança, acompanhadas de notas sobre sua origem e ocorrência em diferentes lugares do mundo, assim como menções às variações de cada história, o que o torna interessante, além de divertido por trazer recordações da infância.


Por Beatriz Teixeira.
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